domingo, 19 de agosto de 2012

Avisos do alto Narra-se que Chico Xavier estava parado defronte ao correio, conversando com seu irmão André, quando um policial passou por perto e, colocando o braço direito sobre seu ombro, lhe disse: Muito obrigado, Chico! E foi andando. Chico ficou intrigado com aquele agradecimento.Não podia atinar coma causa. À tarde, ao regressar do serviço, viu defronte a um bar um bloco de trabalhadores da fábrica e, no meio deles, o guarda que o abraçara pela manhã. Passou mais perto e observou que o guarda tentava a­partar uma briga entre dois irmãos, que se desentenderam por coisas de somenos importância. O policial, vendo inúteis seus esforços e porque a discussão já se generalizava, envolvendo todo o bloco,tirou da cintura o revólver e ia usá-lo para impor sua autoridade. Chico, mais que depressa, chegou perto e pediu-lhe: Calma, meu irmão. O guarda voltou-se contrariado mas, reconhecendo Chico, como que envergonhado do seu ato, parou de súbito e exclamou: Muito obrigado, Chico! Controlou-se, usou da palavra, aconselhou e o bloco foi desfeito com o arrefecimento dos ânimos... À noite, indo Chico para o Centro Espírita, encontrou-se com ooficial novamente: Chico, ia procurá-lo e agradecer-lhe, muito de coração, o bem que você me fez, por duas vezes. Por duas vezes? Como? Anteontem sonhei com você, que me dizia: "Cuidado, não saia de casa carregando arma à cintura como sempre o faz. Evite isso por uns dias...” Por isso é que lhe disse, hoje, pela manhã:"Obrigado, Chico!" Referia-me ao sonho, ao seu aviso. Mas me esqueci de atendê-lo. Saí armado e, se não fosse o concurso de nossos amigos espiri­tuais na hora justa, teria feito hoje uma grande bobagem. Poderia até ter matado alguém... Mas a lição ficou, Chico. Muito obrigado, Deus nos ajude sempre! * * * O fato mostra, primeiramente, como Chico era um instrumento da paz neste mundo. Visitando o amigo em sonho e depois o salvando, pessoalmente, de se comprometer seriamente com a vida. Também mostra como ainda ignoramos mensagens claras de alerta, de aviso, que buscam nos preservar de problemas maiores na existência. A espiritualidade se utiliza dos sonhos, das intuições e até dos que estão ao nosso redor para nos dar recados, para nos trazeradvertências preciosas. Só quem está com os pensamentos em equilíbrio e com a alma tranquila, consegue ouvir e se aproveitar dessas oportunidades inigualáveis. Aqueles que estamos nervosos, afundados em ódios e pensamentos negativos, tornamo-nos surdos a qualquer bom conselho que possa nos ser dado. Os Espíritos influenciam muito nossos pensamentos e atos. Escolher que conselhos vamos ouvir, que influências, boas ou más, iremos nos permitir, é escolha apenas nossa. Utilizemos nossa sensibilidade. Prestemos maior atenção às intuições. Paremos, sempre que possível, elevando o pensamento em oração e perceberemos que podemos receber muito mais ajuda do que imaginamos.
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sábado, 18 de agosto de 2012

Vamos nos orgulhar do país em que vivemos!!!!

Escritora holandesa, falando sobre o Brasil. Texto bárbaro! "Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado. Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne. Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta. Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador. Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de ‘Como conquistar o Cliente’. Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos. Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc. Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais. Os dados são da Antropos Consulting: 1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial. 2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma. 3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária. 4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo. 5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina. 6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma. 7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando. 8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês. 9. Telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.. 10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina. 11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos. Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil? 1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano? 2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta? 3. Que suas AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE ganham os melhores e maiores prêmios mundiais? :) 4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários? 5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo? 6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados? 7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem? Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando. É! O Brasil é um país abençoado de fato. Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente. Bendita seja, querida pátria chamada BRASIL!">

segunda-feira, 11 de junho de 2012

João barbel-O homem-A missão

João Berbel O Homem, A Missão Há décadas, na Fazenda Monte alegre, instalou-se em moradia o casal José Júlio e Delmira Quirino. Ele espanhol da família Berbel, vinha da província argentina de Córdoba, onde vivera provisoriamente, até que foi atraído para o Brasil e escolheu a vida difícil do campo, ao lado da brasileira Delmira. Foi uma época de muitas dificuldades, para quem vivia no trabalho agrícola de sol a sol e tinha uma família numerosa de seis filhos. Em 30 de agosto de 1955 nasceu o pequenino João. Desde pequeno, partilhando as agruras e penúrias financeiras ao lado dos familiares, trabalhava para ajudar nos pequenos serviços. Desse tempo de infância João tem poucas lembranças, mas não pode esquecer de seu avô que, embora inculto e católico, diagnosticava os males das pessoas. Ele advinhava como ninguém, o local e o tipo de enfermidade que se ocultava nas pessoas. Tais dons não passavam desapercebidos pelos pais de João. Eles católicos convictos, sempre com um terço nas mãos, não eram simpáticos a essas advinhações, com certo sabor infernal, conforme consideravam nos meios rurais, qualquer manifestação paranormal. Em algumas regiões desse Brasil sempre existiu a figura do benzedor e da benzedeira. Eram figuras respeitáveis, pontes luminosas entre o céu e a terra, seres respeitáveis; figuras de solidez de espírito, que com santa singeleza, sabem entender a linguagem dos céus. Os pais de João, muito católicos, vez por outra recorriam a esses benzedores, herdeiros da sabedoria prática de seus ancestrais. O pequeno João era totalmente avesso a quaisquer dessas práticas alheias à religião de seus pais. No seu fervor católico, ele recriminava a todos que, mesmo de longe, dessem qualquer valor e atenção a essas ações beneméritas e considerava tudo como feitiçaria. Não podia ouvir falar de Espiritismo. Mas como o destino nos prega peças todos os dias, às vezes promovendo completa e repentina reviravolta em nossas vidas, à nossa revelia, mais tarde João se tornaria, além de fervoroso espírita, também um atuante médium. E o destino foi até mais irônico e fez com que os esteios técnicos de seu labor de cura em benefício dos sofredores sejam as milagreiras ervas do sertão, que ele tanto abominava nos benzedores. Nosso frágil João cresceu e alcançou o diploma escolar, fez mais um ano e parou por aí. É que em breve, iria provar as primeiras gotas amargas daquela água encantada, que ele não queria beber. Alguns anos mais tarde, mais precisamente aos 17 anos, João reconheceu-se um epiléptico. Que triste quadro ver-se a si mesmo sendo alvo do desprezo irreprimível da multidão. Devagar, com trabalho bendito e o auxílio de medicamentos, conseguiu ele finalmente controlar a epilepsia. Corria o ano de 1976 quando conheceu Arlete, sua companheira dedicada até hoje e com quem se casou em 12 de maio de 1979. Nesse período, fenômenos medianímicos insistiram em se manifestar. Depois que passou a freqüentar os trabalhos da Liga Espírita D’Oeste, no Bairro da Estação em Franca/SP, viu surgir a mediunidade de incorporação e então não teve como fugir. O problema epiléptico foi superado com a admissão consciente da mediunidade. A partir daí sua vida mudou. Iniciou então um trabalho, fazendo fluir para si e seus semelhantes a água da vida espiritual. Certa feita sua esposa Arlete estava com cólica renal, causando sérias preocupações. Inesperadamente João incorporou o espírito de Dr. Alonso, foi até à cozinha, tomou de uma faca e ali mesmo operou Arlete, sem nenhum corte, dor ou ferimento. A cura completou-se com a ingestão de remédios e ervas, prescritas também pelo Dr. Alonso, espírito.
O início... O IMA teve sua origem quando um espírita nordestino de nome Bemvindo Melo, que quando encarnado, Presidente da União Espírita e da Federação Espírita do Estado do Ceará - FEEC, dirigiu-se, por força de sua posição no meio espírita e ao seu precário estado de saúde até a cidade de Franca, município de São Paulo, divisa com o Triângulo Mineiro e as cidades de Santa Maria (onde foi criado o primeiro Centro Espírita no Brasil que contou com a presença em suas primeiras reuniões do cearense Dr. Adolpho Bezerra de Menezes, o Médico do Pobres), Sacramento (cidade do nosso amado Eurípedes Barsanulfo), Uberaba e São Leopoldo (cidade que contou com a presença física de Chico Xavier). Bemvindo Melo, lá permaneceu algum tempo, tendo a oportunidade de conhecer o médium João Berbel, onde ambos com a sintonia peculiar daqueles que participam desta amorosa doutrina, estudavam e promoviam encontros e palestras. O médium João Berbel, nesta época, começou a receber influências espirituais de seu mentor Dr. Alonso y Alonso, que quando encarnado fora médico e prefeito da cidade de Franca. Assim sendo, como espírita não tem doença ou feriado, ambos iam trabalhando, amando ao próximo e o que era melhor: Bemvindo Melo ia apresentando sensíveis e visíveis melhoras no que dizia respeito à sua saúde. Toda a cidade de Franca, aprendeu a amar e respeitar aquele que veio de tão longe trazer consigo as palavras que difundia a todo o instante: “- Amar ao Próximo!” tornando o Ceará conhecido como um estado do Brasil, bastante espiritualizado. Estava alicerçada a ponte Franca/Fortaleza. Bemvindo Melo, durante sua estada na cidade, teve por intuição e desdobramento a visão do local onde João Berbel deveria instalar e criar o IMA, com seu hospital e hotel (para receber pessoas como ele, doentes de outras regiões do estado e do país). Essas instalações deveriam ter espaços para salas com atendimento de cirurgias à distância, refeitório, cozinha para confecção do sopão, laboratório para manipulação da medicação da “Farmácia Viva”, livraria e toda a estrutura necessária para o bom atendimento aos necessitados que buscassem auxílio naquela casa. E mostrando o local escolhido ao singelo agricultor João Berbel, este fez como Maria de Nazaré ao receber a mensagem do Anjo: “ - Como farei o que a Espiritualidade me manda?” Bemvindo responde: “ - Não sei. Só sei que assim será”.
Com espanto para todos os envolvidos, sim, porque espírita ainda se espanta, o dono do terreno, um dentista e agricultor de Café, Dr. Ramon, doou aquele abençoado pedaço de chão que tanto bem espalhou ao redor de cada grão de terra lá contido. Com disciplina e uma vontade férrea de trabalho, com a ajuda de muitas doações e trabalho da Espiritualidade, João Berbel tornou o IMA uma realidade.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

E nós somos civilizados?

:: Código de ÉTICA do índio Norte-americano :: O Conselho Indígena Inter-Tribal Norte Americano, do qual participam as tribos Cherokee Blackfoot, Cherokee, Lumbee Tribe, Comanche, Mohawk, Willow Cree, Plains Cree, Tuscarora, Sicangu Lakota Sioux, Crow (Montana), Northern Cheyenne (Montana) aprovaram o seu código de ética mas que deveria valer para todos os seres humanos: 1. Levante com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com freqüência. O Grande Espírito o escutará, se você, ao menos, falar. 2. Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, a inveja, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma perdida. Ore para que encontrem o caminho do Grande Espírito. 3. Procure conhecer-se, por si próprio. Não permita que outros façam seu caminho por você. É sua estrada, e somente sua. Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você. 4. Trate os convidados em seu lar com muita consideração. Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra. 5. Não tome o que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza, ou da cultura. Se não foi obtido por esforço próprio nem foi dado, não é seu. 6. Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais. 7. Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros nem ridicularize-os, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da livre expressão pessoal. 8. Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que você colocar para fora no universo, voltará multiplicada a você. 9. Todas as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados. 10. Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo. 11. A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós. Toda a natureza faz parte da nossa família Terrena. 12. As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e ágüe com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidos, de-lhes espaço para que cresçam. 13. Evite machucar o coração das pessoas. O veneno da dor causada a outros, retornará a você. 14. Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo. 15. Mantenha-se equilibrado. Seu Mental, seu Espiritual, seu Emocional, e seu Físico, todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis. Trabalhe o seu Físico para fortalecer o seu Mental. Enriqueça o seu Espiritual para curar o seu Emocional. 16. Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá. Seja responsável por suas próprias ações. 17. Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros. Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas, especialmente objetos religiosos e sagrados. Isto é proibido. 18. Comece sendo verdadeiro consigo mesmo. Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros. 19. Respeite outras crenças religiosas. Não force suas crenças sobre os outros. 20.Compartilhe sua boa fortuna com os outros. Participe com caridade

sábado, 12 de maio de 2012

Desabafo de uma senhora!!!

Estava lendo esse artigo no Facebook e achei muito interessante e resolvi incrementa-lo com imagens.Leiam muito legal! ..
Desabafo de uma senhora sobre a onda de preservação do meio ambiente...Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer os seus próprios
sacos para as compras, uma vez que os
sacos de plástico não eram amigos do meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: "Não havia essa onda verde no meu tempo." O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente. " A velha senhora responde: "Você está certo", a nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época,
as garrafas de leite,
garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidas à
loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as
garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, em vez de utilizarmos o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que precisamos de ir a dois quarteirões de distância. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então,
as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis
. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar
e
eólica é que realmente secavam as nossas roupas.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a
TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos
porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos
jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou "pellets" de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos,
não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador de relva, que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisávamos de ir a um ginásio e usar passadeiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora enchem os oceanos. Canetas:
recarregávamos com tinta umas tantas vezes, em vez de comprar uma outra. Abandonámos as
navalhas, ao invés de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes, só porque a lâmina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam nas suas bicicletas ou
a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizaria mais próxima. Então, não dá vontade de
rir que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época. Toma lá que é democrático!
Carlos Campos

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Leiam e fiquem felizes !! 2ª parte da entrevista

G1 – O que significa ‘Sheba’? Sara – Eu dei o nome de Shoes for Sheba ('Sapatos para Sheba') por causa da antiga rainha etíope Sheba [cujas tradições judaica e muçulmana mencionam como governante da região da Etiópia e do Iêmen no século 10 A.C.]. G1 – Como foi a recepção do projeto na sua comunidade? Sara – Foi excepcional. Todo mundo tem sido generoso em doar os calçados e querendo ajudar da maneira que podem. G1 – Quais são suas principais dificuldades? Sara – A principal dificuldade que encontrei até agora tem sido enviar os calçados para a Etiópia. Mesmo que seja para caridade, pago uma taxa sobre eles – que pode ser até o mesmo valor dos sapatos. G1 - Você tem uma sede? Pretende ter? Sara - Shoes for Sheba está fixada na minha casa por enquanto. Não tenho planos para mudar isso num futuro próximo, mas se eu puder sustentar e a iniciativa ficar bem maior, eu talvez precise pelo menos achar um local pra estocar os tênis. Felizmente agora nós temos um quarto sobrando que é onde eu guardo os calçados.
G1 – Como você manda os sapatos? Sara – Fui pessoalmente fazer a primeira entrega em dezembro e foi maravilhoso, um sucesso. Distribuímos para quatro grupos ao todo e a recepção foi ótima. O corredor [etíope] Haile Gebrselassie [um dos fundistas mais importantes da história, ele quebrou 27 recordes mundiais em provas de longa distância] foi mestre de cerimônias de uma das entregas! A partir de agora vou trabalhar para garantir um método de envio, já que o custo pode ser alto, devo começar a procurar financiadores para ajudar nos custos. G1 – Os tênis são só para meninas? Sara – Atualmente, meu foco é na coleta para meninas. Geralmente as meninas, nos países africanos, têm menos oportunidades do que os meninos em relação à educação e aos meios de sair da pobreza. Penso que dar calçados pode ser um meio para que elas possam fazer algo por elas mesmas, tornando-se corredoras. (...) Mas na última visita entregamos tênis para meninos também. G1 - O que você quer estudar na faculdade? Quer ser corredora profissional? Sara - Eu planejo estudar neurociência na faculdade. Também planejo continuar correndo na universidade, embora não tenha pretensões de ser corredora profissional. Já que corro praticamente a minha vida inteira, só continuarei correndo por prazer depois da faculdade. Sobre o que farei com a Shoes for Sheba, meu plano é continuar. Eu gostaria de ter mais garotas envolvidas no meu colégio, assim elas manteriam o esforço e eu conseguiria coordenar as coisas da faculdade. G1 - Os etíopes são mesmo os melhores corredores do mundo? Sara - A história e os livros de recordes com certeza mostram que a Etiópia produziu alguns dos melhores corredores de longas distâncias que o mundo já viu. Eu não sei o porquê disso - se é genético ou não - mas eu acredito que a os corredores etíopes estão entre os melhores do mundo. G1 – Como você se sente organizando tudo isso? Sara – Eu me sinto muito bem a respeito do que estou fazendo. É tão fácil apontar problemas, mas a maioria das pessoas não pensa que poderia fazer qualquer coisa para fazer a diferença. Se a Shoes fo Sheba será um sucesso a longo prazo ou não eu não sei, mas pelo menos eu sei que tentei fazer a diferença. tópicos: Estados Unidos, Etiópia

Há pessoas maravilhosas nesse mundo!!!

Tênis doados por uma garota incentivam Etiópia como potência do atletismo
Tênis doados por garota incentivam Etiópia como potência do atletismo Filha de pai etíope e mãe americana, Sara Kebede já arrecadou mil pares. Após uma viagem ao país, ela viu que muitos jovens treinavam descalços. Para realizar a doação, Sara montou na Califórnia uma organização chamada Shoes for Sheba ('Sapatos para Sheba' - veja o site, em inglês) e já arrecadou mais de mil pares, dos quais 250 foram enviados no fim de 2011 para a Etiópia, na primeira leva. A viagem, em que ela foi acompanhada pelo pai e pela irmã, foi toda financiada pelos pais de Sara, mas agora ela espera conseguir patrocínio para as próximas entregas. Ela diz não saber se a organização vai conseguir se sustentar no longo prazo. "Mas pelo menos sei que tentei fazer a diferença."
G1 – Quando você nasceu e onde? Sara – Eu nasci em Chapel Hill, na Carolina do Norte (EUA), em 31 de janeiro de 1995. G1 – Seus pais são etíopes? Sara – Meu pai é etíope, e minha mãe é americana. Meu pai veio para os EUA quando tinha 19 anos para fazer faculdade e foi onde eles se conheceram. G1 – Quando você começou a correr? Sara – Eu comecei a jogar futebol quando tinha 4 anos e sempre conseguia correr mais rápido e mais longe que as outras crianças. Quando eu tinha 5 anos corri minha primeira prova de 5 km e a partir daí não parei até a 8ª série, quando me juntei a meu primeiro time de cross country em Nova Jersey. G1 – Quando você foi para a Etiópia? Sara – Fui pela primeira vez em 2004, quando tinha 9 anos. Fomos de férias e para visitar a família que ainda mora lá. G1 – Como foi essa viagem? Como você se sentiu? Sara - Eu gosto de dizer que a viagem para a Etiópia em 2004 foi a viagem da minha vida. Foi uma experiência incrível em que, mesmo com pouca idade, aprendi muitas lições. Foi lá que eu percebi como nós aqui nos Estados Unidos somos afortunados e que talvez um dia eu possa fazer algo para ajudar as garotas na Etiópia. G1 – E existem muitos jovens que correm descalços lá? Sara – Não só existem muitos jovens etíopes que correm com sapatos grandes, pequenos ou gastos demais, mas há um enorme número que simplesmente não tem nenhum calçado. Eu mesma vi isso quando viajava pelo país. G1 – Quando você teve a ideia da Shoes for Sheba? Sara – A ideia começou há dois anos. Via meninas na minha escola jogando fora tênis de corrida perfeitamente usáveis só porque queriam os modelos mais novos. Pensei que esses pares novos jogados no lixo seriam preciosidades para meninas na Etiópia e eu comecei a formular um plano para coletá-los e mandar para lá.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Salve o Planeta Cientistas descobrem nova maneira de reciclar sacolas plásticas. Tanto se falou nos últimos meses sobre os problemas causados pelas sacolas plásticas que você já deve estar de saco cheio do assunto. Mas, não feche este post, pois temos uma boa notícia, finalmente. Cientistas americanos encontraram uma maneira de transformar as sacolas plásticas em algo útil novamente, após serem descartadas. O grande problema com as sacolas sempre foi o seu descarte instantâneo, resultando em uma produção enorme de material e um acúmulo desnecessário no meio ambiente. De forma equivocada, muitas pessoas chegavam em casa com as compras e despejam as sacolinhas em qualquer lugar, como se não tivessem mais uso. Quando conseguimos transformar um material que seria descartado em algo de grande valia, fica mais fácil atrair interessados em sua reciclagem. E foi isso que os cientistas fizeram, transformando o polietileno, usado nas sacolas, em fibras de carbono, um dos materiais de maior tecnologia da atualidade. Não à toa, as fibras são utilizadas em carros de corrida, equipamentos esportivos, aviões e sondas espaciais. Fonte: Fujiro

Tecnologia bem usada!!!

Telhas de tubo de pasta de dente. Muito legal a iniciativa da empresária Cláudia Rozansky, ela fabrica telhas tendo a principal matéria prima os tubos de pasta de dente, produto que devido a composição de plástico e alumínio demoram de 100/500 anos para se degradar na natureza. As placas são utilizadas na construção cívil e nas áreas de decoração e arquitetura. Utiliza cerca de 60 toneladas do material por mês, compra os materiais que não passam pelo controle de qualidade dos fabricantes e que provalvemente seria descartado nos lixões e aterros. Esse telhado tem muitos beneficios, é altamente resistente a umidade, não propaga chamas, deixa a casa até 25% mais fresca no verão e de fácil penetração, mais leve o que significa econômia no transporte e na construção com um telhado menos pesado e o mais importante..ECOLOGICAMENTE CORRETO!!

Para um mundo melhor!!!

O sol em frascos de geléia. A luz do sol agora pode ser armazenada em frascos de geléia. Ou melhor dizendo, na lâmpada que fica dentro do frasco e que é ligada à baterias que são carregadas quando expostos ao sol. São impermeáveis e podem ser usados ao ar livre, com opções de cores, acendem automaticamente quando escurece e são fáceis de levar para onde precisar. Você pode desligá-lo quando não quiser a iluminação. O único inconveniente é quando o tempo não ajuda com o aparecimento do sol.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Un antropólogo propuso un juego a los niños de una tribu africana. Puso una canasta llena de frutas cerca de un árbol y le dijo a los niños que aquel que llegara primero ganaría todas las frutas. Cuando dio la señal para que corrieran, todos los niños se tomaron de las manos y corrieron juntos, después se sentaron juntos a disfrutar del premio. Cuando él les preguntó por qué habían corrido así, si uno solo podía ganar todas las frutas, le respondieron: UBUNTU, ¿cómo uno de nosotros podría estar feliz si todos los demás están tristes? UBUNTU, en la cultura Xhosa significa: "Yo soy porque nosotros somos."