sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Se doar é um bem para os outros e para si próprio!




Fazer o bem só pode te fazer bem

Mirka Knaster

Estudos de caso revelam
que pessoas que ajudam outras voluntariamente,
não importa o quanto esse trabalho exija, são mais felizes.

Mesmo que você nunca tenha tido aulas de catecismo, provavelmente conhece a história do Bom Samaritano. As ações do Bom Samaritano abrangem o que hoje denominamos “altruísmo”, que significa, basicamente, ajudar os outros voluntariamente sem esperar qualquer recompensa, sendo que essa ajuda pode até acarretar grandes riscos ou custos pessoais.

A sabedoria milenar constatou que dar aos outros também é um presente para si mesmo. No Ocidente, a Bíblia, fonte da parábola do Bom Samaritano, diz, “É melhor dar do que receber”. No Oriente, ensinava Buda, “A generosidade traz abundância, purifica o coração e a mente e proporciona a maior felicidade”. Hoje, as pesquisas estão comprovando que ajudar aos outros faz bem à saúde física e psicológica.

Antes de sua morte, em 1970, o inovador psicólogo Abraham Maslow, Ph.D., concluiu que o comportamento altruísta é um reflexo magnífico do bem-estar psicológico do indivíduo. De acordo com Maslow, a pessoa “totalmente humana” é aquela que reflete o “bodhisattva” (ser iluminado) oriental. Essa pessoa é compassiva por entender que toda a vida é interligada e não deve ser vivida no isolamento, procurando satisfazer somente o próprio ego, mas a serviço da comunidade. Maslow afirmou que o altruísmo, a compaixão, o amor e a amizade significam o desabrochar das sementes com as quais todos nós nascemos.

O que torna a pessoa um altruísta? Chris Kiefer, Ph.D., professor de antropologia da Universidade da Califórnia, em San Francisco, descobriu, nas pessoas entrevistadas, que “altruístas naturais” cresceram em um lar carinhoso. As pessoas criadas por famílias onde não existia amor, ou onde o amor era distribuído de forma injusta, eram menos generosas — lhes faltava confiança e apresentavam um grau de altruísmo e saúde mental bastante inferior.

Kiefer estudou também pessoas que se tornaram altruístas apesar de infâncias desfavoráveis. Algumas sentiam-se alienadas na juventude, porém mais tarde — devido a uma experiência que os converteu — descobriram quem eram e qual a sua missão. Outros souberam superar uma infância infeliz através de um difícil processo de autodesenvolvimento, pelo qual compreenderam que seu próprio crescimento e realização implicava a preocupação com o próximo. Segundo Kiefer, a transformação resulta na “união do intelecto com a emoção”.

Veja, por exemplo, Michael Spencer, formado em administração de empresas e infeliz, que mudou de rumo e começou a estudar música. Seu objetivo era tornar-se um pianista quando, certo dia, atendendo a um convite, deu um concerto de caridade em um hospital psiquiátrico. Naquele instante percebeu que era isso que desejava fazer pelo resto da vida. Como diretor fundador do Hospital Audiences, sediado em Nova York, Spencer reúne artistas de alto gabarito e um público imprevisível — pessoas com deficiência, anciães, prisioneiros e outras pessoas confinadas — que de outra forma não conseguiriam assisti-los.

Ao contrário do que dizem os céticos — que altruísmo é coisa para românticos, idealistas e santos — Chris Kiefer descobriu que os altruístas são realistas, tanto a respeito de si mesmo, como em relação ao mundo. “O altruísmo é um sinal de saúde mental, porque as pessoas saudáveis não se preocupam consigo mesmas”, diz ele.

“Estamos falando de um tipo de atividade que é expressão natural e espontânea de bem-estar e integridade, e não de deficiências e necessidades neuróticas”, acrescenta Thomas J. Hurley III, diretor do Programa do Espírito Altruísta do Instituto de Ciências Noéticas. Sediada em Sausalito, na Califórnia, esta organização sem fins lucrativos foi fundada pelo antigo astronauta Edgar Mitchell, para dar suporte a programas educacionais e de pesquisa sobre o desenvolvimento do potencial humano. Desde 1987, o Instituto oferece anualmente US$25.000 como prêmio para o Altruísmo Criativo de pessoas comuns que identificaram um problema e decidiram fazer alguma coisa para saná-lo.

Os altruístas são fundamentalmente iniciadores. Uma vez estabelecida uma meta na qual acreditam, fazem tudo para alcançá-la. Depois, tendo feito tudo o que foi possível, eles sabem quando tirar da mente e confiar em algo que está além do seu controle. “É nesse ponto que a prática espiritual ou fé exerce um papel importante”, explica Hurley. “Eles têm algo a que recorrer, em que confiar”.

Talvez o seu maior dom seja o que Hurley denominou “dom de reconhecer”. “Há sempre esse extraordinário e fundamental respeito pela dignidade dos outros — ‘você é valioso simplesmente por ser’’, afirma ele. “Acho que é isso que faz a vida mudar de rumo”.

A gente poderia imaginar que o tempo e o esforço dedicados a fazer o bem poderia prejudicar a pessoa. No entanto, ajudar os outros, mesmo por meio de tarefas estressantes, pode acrescentar vários anos à nossa vida.

“Quando nos dedicamos voluntariamente a essa situação, os efeitos do estresse são diferentes dos efeitos do estresse causado pelo trabalho, independente da própria vontade, que raramente podemos controlar”, diz Kenneth R. Pelletier, psicólogo clínico da Faculdade de Medicina da Universidade Stanford.

Na verdade, o que ocorre é o oposto do estresse ou reação de alerta — nós relaxamos, afirma Dr. Herbert Benson, professor adjunto de medicina da Faculdade de Medicina de Harvard. O metabolismo, a pressão arterial, os batimentos cardíacos e a respiração diminuem, assim como a ansiedade, a depressão e a irritação.

“É difícil a gente se sentir deprimido diante de um sorriso que ajudamos a criar”, diz Pelletier e acrescenta, “E se você pensa que a sua situação é dura e você se torna um voluntário, isto coloca a sua própria vida em perspectiva”.

Dar com desprendimento é um ato que nos enche de energia. Alan Luks, diretor executivo de Big Brothers / Big Sisters de Nova York, descobriu que ajudar os outros faz mais do que agir como antidepressivo e levantar a auto-estima. Também permite controlar a dor. Uma mulher que sofria de dores na coluna não sentia qualquer dor quando segurava no colo crianças abandonadas em um hospital. Após dois dias seu desconforto era ainda menor do que de costume.

Luks também escreve sobre isto em seu livro “The Healing Power of Doing Good” [O Poder Curativo de Praticar o Bem]. De 3.300 voluntários pesquisados em 1989, aqueles que ajudavam regularmente informavam dez vezes mais que havia melhorado sua saúde do que aqueles que só trabalhavam como voluntários uma vez por ano. Entretanto, o contato pessoal é importantíssimo; doar dinheiro ou roupas não proporciona a mesma “sensação de bem-estar”.
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Fonte: Revista East West, novembro / dezembro 1991

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Projeto Tamar !!Lindo!!!




Visitei o Projeto Tamar em Salvador na Praia do Forte e fiquei encantada com o trabalho que lá é ralizado,não só com a preservação das tartarugas,mas também com a comunidade.Conversei com uma menina linda, chamada Vitória,ela me contou que as crianças que estudam de manhã ajudam no Projeto a tarde e vice versa,e que eles tem garantido os estudos até a universidade.O trabalho com a comunidade foi imprescindível,pois quando o projeto começou a ser realizado houve pessoas que começaram comprar as casas dos pescadores para montar lojas,restaurantes etc.,e ai o que eles iriam fazer da vida se passaram a vida toda como pescadores,então foi idealizado um novo projeto junto a comunidade,como vocês vão ver no vídeo abaixo.

Projeto Tamar

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Madre Tereza de Calcutá




O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!

Madre Tereza de Calcutá

Só um Bom Dia!!!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Exercitar a gratidão!




Melhore sua vida com uma atitude de gratidão
A vida é bem melhor para quem sabe agradecer pelo que tem.

Por David Hochman


No primeiro dia do Mês da Gratidão que estipulei para mim mesmo, o meu filho de 5 anos acordou “entediado” às 5h15 da manhã, vi uma multa por excesso de velocidade na bolsa da minha mulher e o aquecedor deu o último suspiro na hora em que entrei no banho. Em geral, eu começaria a resmungar e o dia teria um péssimo início. Mas aquele dia foi diferente. Como são lindas as covinhas do meu filho, mesmo nessa hora infeliz. Como é encantador o espírito aventureiro da minha mulher. Faltam apenas 29 dias.

Uma semana antes, enquanto brigava com a sensação de que viera ao mundo para encher e esvaziar a lavadora de pratos, decidi que já era hora de dar fim aos resmungos automáticos. Mas não eram apenas as pequenas coisas que me atormentavam. De repente, os meus amigos vinham enfrentando adversidades: câncer, divórcio, demissão. Eu não deveria comemorar minha relativa boa sorte?

Já ouvira falar do benefício da gratidão. O que não entendia direito era como passar da rabugice à alegria transbordante. Em busca de dicas, liguei para Robert A. Emmons, professor da Universidade da Califórnia, pioneiro na pesquisa sobre os benefícios do pensamento positivo. Emmons citou novos estudos que indicam que basta fingir estar grato por algo que o nível de substâncias químicas associadas ao prazer e ao contentamento – serotonina e dopamina – aumenta. Viva como se fosse agradecido por tudo, disse ele, e logo isso se tornará real.

Ele recomendou fazer uma lista de tudo pelo qual me senti agraciado durante uma semana ou mês específico. Um estudo importante mostrou que, em dez semanas, quem registrou por escrito as coisas que lhe inspiravam gratidão sentiu-se 25% mais feliz do que quem não escreveu nada. A pessoa chegou até a se sentir melhor no trabalho e a se exercitar uma hora e meia a mais por semana.

Estava convencido; mas a minha primeira tentativa de fazer uma lista de gratidão foi bem fraquinha: “1. Café. 2. Cochilos. 3. Cafeína em geral.” Conforme a lista crescia, me senti mais animado: “114. Frutas recém-colhidas. 115. O disco branco dos Beatles. 116. Não sou careca.”

No terceiro dia, eu estava na maior farra, agradecendo a todos os pais e passantes na pracinha, como se tivesse acabado de ganhar o Oscar, e colando bilhetinhos amarelos por toda parte para me lembrar dos alvos de agradecimento no dia seguinte: o carteiro, a professora do maternalzinho do meu filho Sebastian. Mas essa abordagem integral logo começou a me cansar. Os pesquisadores chamam isso de efeito do Juramento à Bandeira. “Quando se exagera na gratidão, ela perde o sentido, ou pior, vira obrigação”, disse-me Martin E. P. Seligman, autor de Felicidade autêntica, quando lhe mencionei a crise. Seja seletivo, aconselhou, e se concentre em agradecer aos heróis desconhecidos da sua vida.

Depois, Seligman sugeriu uma “visita de gratidão”. Pense em alguém que fez diferença na sua vida e a quem você nunca agradeceu direito. Escreva uma carta detalhada para exprimir o seu reconhecimento e depois leia-a em voz alta, na frente da pessoa. “É comovente para quem dá e quem recebe”, disse Seligman. “Prepare-se para chorar.”

Na mesma hora me veio à cabeça a Srta. Riggi, minha professora de inglês da 8ª série. Foi ela quem primeiro me abriu os olhos para Hemingway, Faulkner e outros gigantes literários. Foi ela a primeira a me encorajar a escrever. Até hoje, sigo o seu conselho (“Nunca seja chato”). Mas será que lhe agradeci? Será que alguém lhe agradeceu? Dei alguns telefonemas rápidos e descobri que ela ainda dava aulas no mesmo distrito escolar, depois de quase 40 anos. Comprei passagens para mim e Sebastian: iríamos a Scranton, minha cidade natal, na Pensilvânia, EUA.

Ainda faltava uma semana para a viagem e continuei a exercitar o meu músculo da gratidão. Sonja Lyubomirsky, autora de A ciência da felicidade, professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, recomendava “passar algum tempo longe de algo que adoramos mas consideramos comum”.

Foi mais fácil amar o carro depois de passar um dia usando transporte público – e correr dez quarteirões até a aula de ginástica de Sebastian quando o ônibus se atrasou 35 minutos.
Durante uma semana, eu e minha mulher abrimos mão da televisão, dos celulares e até do açúcar. E abri mão do café – por pouco tempo.

Os exercícios de curto prazo nos chamaram a atenção para o valor das coisas. Só que abstinência de cafeína é diferente de saber como a atitude de gratidão ajudaria meus amigos com câncer. Ou o casal que anunciou o divórcio. Ou o pai de três filhos que não consegue arranjar emprego.

“A gratidão é ainda mais importante durante épocas em que tudo parece estar perdido”, disse Emmons. Encontrar algo para estimar e valorizar, disse ele, pode nos salvar do desespero, o que é impossível com queixas e lamentos. Descobri essa verdade quando comecei a levar meu amigo com linfoma ao hospital para quimioterapia. Apesar do sofrimento dele (ou talvez por causa disso), nossa ligação se tornou mais significativa. “Quando fiquei doente, percebi que tinha passado anos me preocupando com coisas que não significam absolutamente nada”, disse ele. “Agora, o mais importante é comemorar a vida enquanto ela existe.”

Pensei nas palavras dele no avião para a Pensilvânia enquanto escrevia rascunhos da minha carta para a Srta. Riggi. Achei que estava pronto, mas, quando entrei na sala de aula, com Sebastian agarrado às minhas pernas, fiquei mais ansioso do que nunca.

A Srta. Riggi era mais baixa do que eu me lembrava, mas inconfundível com aqueles cabelos compridos e os olhos brilhantes e inteligentes. Depois de um abraço meio sem graça, nos sentamos. Respirei fundo e comecei a ler:
“Quero lhe agradecer o impacto que a senhora teve na minha vida”, comecei. “Há quase 30 anos, a senhora apresentou as maravilhas da palavra escrita à minha turma da 8ª série. Sua paixão por tramas e personagens e seu entusiasmo pelas palavras me fizeram perceber que o mundo fazia sentido. Que vida grandiosa, pensei, ser capaz de dividir histórias com os outros!”

Algumas linhas adiante, aconteceu. Sentado ali, com a minha mentora e com o meu filho no colo, a emoção tomou conta de mim. As décadas se desfizeram e nada tinha mais importância do que o ato simples de compartilhar. Foi como se eu falasse por gerações de alunos: “O tempo passa. As lembranças se confundem e desvanecem. Mas eu nunca esquecerei o entusiasmo de chegar todos os dias à sua aula.”

O professor Seligman tinha razão quanto às lágrimas. Elas vieram, para nós dois. E, quer tenha sido o sorriso da Srta. Riggi quando terminei de ler a carta, ou o simples alívio de dividir o que estava havia muito tempo em meu coração, a sensação de paz que senti durou até bem depois de Sebastian e eu voltarmos para casa.
Desde então, escrevi outras cartas de gratidão, e minha mulher e eu evocamos o nosso “treinamento” quando nos sentimos sobrecarregados com a vida. Os aborrecimentos, é claro, ainda existem, mas aprendi que o reconhecimento e a gratidão pelas coisas provocam um eco suficientemente forte para encobrir os resmungos e lamentos do homem que ainda esvazia a lavadora de pratos...

3 maneiras de exercitar a gratidão pelas coisas

Visualize
Crie uma colagem com tudo o que lhe inspira gratidão e exiba-a num lugar destacado da casa. Emmons diz que uma técnica que funciona bem com crianças é criar uma “árvore” de agradecimentos na porta da geladeira ou na parede, com “folhas” de adesivos coladas todo dia para agradecer por tudo, do novo irmãozinho ao passeio com o cachorro.

Faça estas perguntas
Escolha alguém íntimo e pergunte a si mesmo:

•O que recebi dessa pessoa?
•O que lhe dei?
•Que problemas lhe causei?
Emmons explica que “isso pode nos levar a descobrir que devemos aos outros mais do que pensamos”.

Uma vez por semana
Muitas vezes, de acordo com Lyubomirsky, concentrar-se na gratidão uma vez por semana é mais eficaz do que com mais frequência. Ela comparou pessoas que faziam relatórios de gratidão três vezes por semana com outras que o faziam só uma vez por semana. O resultado foi que, com o passar do tempo, quem fazia uma vez por semana ficou mais feliz. “Mas escolha o que combinar melhor com você”, diz ela.

http://www.selecoes.com.br/melhore-sua-vida-com-gratidao

sábado, 4 de setembro de 2010

A vida nos dá oportunidades que nem podemos imaginar ,este video mostra claramente que quando queremos e temos a nossa volta quem amamos,podemos superar todas as dificuldades que nos parece impossível.Sempre há uma segunda chance basta querer.

2ª parte